BLOG

Maísa nas Alterosas

“Disco e show da Maísa Moura é um bordado táctil, pictórico, na tessitura da canção. Um sítio, um som que te pega pela mão, diante dos imbricamentos da letra e do tom e ponto a ponto palmilham linhas que vão se fazendo diante dos acasos e dos ocasos. Evidenciando os contrastes de cor e luz, por meio de uma banda que se souberam acolher e de uma interpretação sutil, singular. Um disco para se lançar no outono, porque outonos estão se tornando raros, de uma cantora inteligente, de voz rara.”
Renato Negrão – poeta e compositor
http://nocalo.blogspot.com/
“As interpretações de Maísa realizam no estúdio as sutilezas que se consegue ape¬nas na liberdade dos ensaios sem compromisso. Seu canto não é classificável. É um canto fluido, dotado de uma textura tão áspera quanto leve; tão forte quanto delicada. Uma voz que se sente com o tato; encarnada; viva; Maísa é, sem dúvida, a mais criteriosa cantora da mais recente geração de intérpretes mineiras.”
Renato Villaça , compositor e produtor musical
http://www.renatovill.blogspot.com
“Moira convida o ouvinte a um universo de profundidade e sensibilidade. Ousada, mas sem pretensão e por isso precisa e certeira Maísa Moura desponta na cena mineira com au¬tenticidade e um potencial de grandes realizações. Suas pesquisas resultaram em um disco requintado, que nos transporta para um ambiente camerístico – ou ‘Roseano’ como pontuou Titane – em todos os casos bem expressivo. É um disco para ser apreciado com o mesmo cuidado e dedicação com que foi feito. Trilha sonora para todos os dias descobrir um novo toque, um outro timbre ou um verso arrebatador.”
Ludmila Ribeiro – jornalista
http://oraboa.blogspot.com
Um CD delicado, em que os arranjos minimalistas e a interpretação suave parecem estar a ser¬viço da poética das letras, como se fossem veículos para ressaltar a força do texto. Essa é a pri¬meira impressão que fica ao se ouvir o álbum «Moira», da cantora Maísa Moura. Além do viés calcado muito na força expressiva das letras, outro fio condutor que confere unidade ao trabalho diz respeito aos arranjos. Essa também foi uma preocupação de Maísa Moura, que escalou o trio de arranjadores Avelar Jr., Guilherme Castro e Vladmir Cerqueira. A sonoridade limpa, sem muitos instrumentos, é eficaz e enriquece melodicamente cada inter¬pretação.
César Macedo – jornalista
Jornal Hoje em Dia

Postado em 02/04/2009 Blog!

Compartilhe

Sobre o autor

Makely Ka (Valença do Piauí, 1975) é um poeta cantor, instrumentista, produtor cultural e compositor brasileiro. Makely é poeta, compositor e agitador cultural. Atuando em diversas áreas como a música, a poesia e o vídeo. Incorpora à sua produção artística um componente crítico e reflexivo. Autodidata, desenvolveu uma poética musical própria, amalgamando elementos da trova e do aboio de herança ibérica às novas linguagens sonoras urbanas como o rap, do despojamento da poesia marginal ao rigor formal da poesia concreta.

(4) respostas

  1. Renato Villaça
    06/04/2009 de 15:27 · Responder

    nem lembrava que tinha escrito isso…
    mas assino embaixo!

  2. makely
    10/04/2009 de 15:09 · Responder

    Renato, você não apareceu… Foi bonito!
    Abraços

  3. andrea
    19/04/2009 de 22:42 · Responder

    makely, beleza!!
    cara tô precisando de material sobro o fundo nacional de cultura.
    vc tem alguma coisa que possa me mandar?
    andrea.abril@hotmail.com
    quero fazer um projeto das possíeis ligações entre o sistema nacional de cultura, nos anos 60 e 70 e o fundo nacional de cultura.
    é pra tentar uma bolsa de pesquisa e o tema é esse.
    bj

  4. srta assis
    26/04/2009 de 15:17 · Responder

    Quero muito ver/ouvir a Maisa no seu novo trabalho.

    Por gostar da voz, por entender a poesia e o som, por apreciar e nada mais.

    Quando será o próximo show?
    Se for em belo horizonte irei com certeza!

    abs

    Pollyanna

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Back to Top