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reflexões e metas para o resto do ano

todas as formas de sabotagem das grandes corporações são válidas e legítimas

o rechaçamento aos produtos das marcas que exploram o trabalho infantil, que contribuem para a devastação ambiental, que fazem testes em animais ou que sustentam o trabalho escravo e opressor é urgente e imprescindível

todo tipo de boicote aos produtos e serviços dos grandes cartéis industriais é saudável

o uso de software livre e o pirateamento dos softwares corporativos é uma forma de resistência cultural heróica

o compartilhamento indiscriminado de arquivos através da rede, sejam eles de áudio, vídeo, imagem ou texto é fundamental para a sobrevivência da espécie

a ninguém pode ser negado o direito de livre acesso ao conhecimento universal

a insubordinação civil é louvável e necessária

o repúdio às rádios e tvs que cobram jabá e inibem a livre manifestação da nossa diversidade cultural deve ser praticado e incentivado desde a infância

saques e assaltos coletivos a bancos e instituições financeiras são a forma mais democrática, rápida e eficiente de distribuição de renda

todo esforço no sentido de desacreditar qualquer tipo de autoridade é digno de aplausos

insultos e ameaças aos garotos-propaganda de bebidas e cigarros é uma forma eficiente de diminuir o alcoolismo precoce e o câncer de pulmão

o desprezo a toda manifestação artística que não seja em si um ato criminoso é um princípio estético revolucionário

tudo isso são formas sofisticadas de atuação política

Postado em 21/01/2007 Blog!

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Sobre o autor

Makely Ka (Valença do Piauí, 1975) é um poeta cantor, instrumentista, produtor cultural e compositor brasileiro. Makely é poeta, compositor e agitador cultural. Atuando em diversas áreas como a música, a poesia e o vídeo. Incorpora à sua produção artística um componente crítico e reflexivo. Autodidata, desenvolveu uma poética musical própria, amalgamando elementos da trova e do aboio de herança ibérica às novas linguagens sonoras urbanas como o rap, do despojamento da poesia marginal ao rigor formal da poesia concreta.

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